Quem é mais " Giro " ?

quinta-feira, 25 de março de 2010



Animais em vias de extinção
Nome popular: Tucano
Nome Científico: Ramphastos toco
Distribuição geográfica: Região Norte e Central da América do Sul.
Habitat natural: Florestas tropicais.
Hábitos alimentares: É uma espécie omnívora, alimentando-se de animais e de vegetais. Come principalmente frutas, insectos, ovos de outras aves e as crias destas. É com o bico, também, que o Tucano captura pequenos lagartos e lagartixas para complementar a sua alimentação.
Tamanho: Mede entre 55 e 61 cm de comprimento.
Peso: De 530 g a 550 g
Período de gestação: Os ovos eclodem após 18 dias de incubação.
Número de crias: 2 a 4 ovos.
Tempo médio de vida: 15 anos.
Estado de conservação da espécie: Tem a sua existência ameaçada no seu habitat natural, a selva amazónica, mas os esforços do governo brasileiro já revelam um aumento no número destas aves. Apesar disto já está extinta no estado federal de São Paulo.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Axioma de Richard Heinberg - 3


3. Para ser sustentável, o uso dos recursos renováveis deve seguir uma taxa que deverá ser inferior ou igual à taxa de reposição.

Discussão: Os recursos renováveis são esgotáveis. As florestas podem ser sobre-exploradas, o que resulta em paisagens estéreis e escassez de madeira (como aconteceu em muitas zonas da Europa nos últimos séculos), e os peixes podem ser sobre-capturados, o que resulta na extinção, ou quase extinção, de muitas espécies (como está a acontecer nos dias de hoje a nível global).
Este axioma foi mencionado (com algumas variantes) por muitos economistas e ecologistas, e é a base da "silvicultura de rendimento sustentado" e da gestão dos recursos pesqueiros de "máximo rendimento sustentável". Continuam os esforços para refinar este princípio essencial de sustentabilidade.

O termo "taxa de reposição natural" requer alguma discussão. O primeiro indício de que a taxa de captura é superior à taxa de reposição natural, é o declínio da reserva dos recursos de base. Porém, um recurso pode estar em declínio por diferentes razões das provocadas por sobre-captura; por exemplo, uma floresta que não seja tratada pode ser dizimada pela doença. Não obstante, se um recurso estiver em declínio, para que se consiga atingir o ponto de sustentabilidade, é requerido que a taxa de captura seja reduzida, independentemente da causa do declínio do recurso. Por vezes, para que o recurso tenha tempo suficiente para recuperar, as capturas deverão diminuir drasticamente numa taxa muito superior à taxa do declínio do recurso. Este foi o caso relacionado com o comércio da baleia e de espécies de peixes que foram sobre-capturadas até ao ponto próximo do esgotamento, o que requereu uma moratória interditando por completo a sua captura para o restabelecimento da população – as espécies não conseguem recuperar quando a população reprodutora restante é muito pequena.